A reflexão dessa terça é sobre uma pergunta que todo mundo já se fez – mesmo que secretamente – na vida: “por que ela e não eu?”. Quero contar pra você de que jeito comecei a transformar esse questionamento em algo positivo pra mim. Acompanhe a seguir!
Por que ela e não eu?
A gente nunca se considera invejosa, né? Inveja é pecado capital. E, pensando bem, é bem mais difícil de admitir do que, sei lá, gula. A verdade é que na mínima comparação com outra pessoa (e aqui nesse caso, com outra mulher) a danada entra em exercício, especialmente se a insatisfação com algo próprio existir.
Vou dar um exemplo: você e uma colega de trabalho trabalham na mesma área, que tem muito trabalho a ser feito e não paga tão bem. Então surge uma possibilidade de promoção para um upgrade real de carreira. Ela é escolhida. É aí que surge a tal da perguntinha-título desse post.
O tanto que isso vai mexer com você é bem individual. Tem gente que fica indignada, elenca mentalmente todos os defeitos profissionais da colega, reclama para a família. E tem gente que usa a situação para pensar a respeito do assunto olhando primeiro para si.
Por que não ela e eu também?
Foto: Shutterstock
Esse caso que apresentei nunca me ocorreu, mas achei que seria um bom jeito de exemplificar. E, olhe, eu já passei pela mesma coisa de outras maneiras e também me deixei consumir com sentimentos negativos antes de me conformar. Com o passar do tempo, vi que não precisa ser assim.
Comecei a perceber que, em primeiro lugar, preciso olhar para mim. Do que EU gosto? Quais são as MINHAS insatisfações? No que EU posso melhorar? E por aí vai. Ficar olhando para fora não muda em absolutamente nada aquilo que não vai tão bem na nossa própria vida.
Quando essa auto-análise se inicia, fica até produtivo observar casos de pessoas que obtiveram sucesso em determinada área. Aí que entra o pulo do gato: se elas podem, por que você não pode também?
No meu caso, passei a notar que não me sentia capaz de fazer determinadas coisas por uma série de construções mentais limitantes do meu passado. Tem sido muito importante para mim poder revisitá-las e re-significá-las. Mesmo que devagarinho, tenho despertado a minha capacidade interior.
E a verdade, minha amiga, é que todo mundo tem essa capacidade, esse potencial em si! Senão, não existiriam pessoas tão bem-sucedidas por aí, que se permitem sonhar grande, muito além do que a gente jamais imaginou. Que tal então rever internamente onde é que seu calo aperta?
Tenho certeza de que o olhar cuidadoso vai levar você a um processo de mudança, que então vai guiar para uma transformação radical nas suas conquistas! Assim, você vai poder dizer de boca cheia: “eu aprendi e consegui”.
Boa terça-feira e não se esqueça de compartilhar o texto com aquela amiga que também tá precisando de uma forcinha para ganhar o mundo! <3
4 comentários
Que texto incrivelllll
Texto realmente perfeito! Sem precisar se estender demais, de forma clara e objetiva, você disse tudo! Que bom que passei por aqui hoje! Não me considero uma pessoa invejosa e detesto quando esse tipo de sentimento me atinge, essas comparações… Quando acontece às vezes também bate aquela coisa de ficar sentindo pena de si mesmo, achando que tudo pra a gente é mais difícil do que pra outras pessoas, ou que ninguém reconhece as coisas que a gente faz… É o tipo de sentimento que só empurra a gente mais pra baixo. A melhor coisa a fazer é não desanimar na busca de nossos objetivos e procurar sempre emanar energias boas, de positividade e amor, para todos a nossa volta. Acredito que assim volta pra a gente mais coisa boa e tudo começa a dar mais certo. Bjinho!
maravilhoso! outro dia li uma psicóloga dizer que as pessoas sofrem não pelo que elas não têm, mas pelo que acham que merecem. é bem isso!
a gente precisa também afastar a vaidade para relevar certas coisas e focar na paz de espírito.
Adorei a reflexão!!